27 março 2013

Frase para dizer (ou não) a um guarda de trânsito

 1. Por favor, segure minha cerveja para que eu possa pegar a carteira.

2. Desculpe, guarda, eu não tinha percebido que meu detector de radar não estava ligado.

3. Ei, você não é aquele cara do Village People?

4. Parabéns, você devia estar com pelo menos 150 km/h para ter me alcançado!

5. Eu pensava que, para ser policial, era necessário estar em razoáveis condições físicas…

6. Eu até queria ser um policial, mas decidi terminar a universidade em vez disto.

7. Garoto mau! Não vai ganhar doce!

8. Você vai checar o óleo, não vai?

9. Uau, você parece aquele cara do quadro no quarto da minha namorada.

10. É verdade que os policiais escolhem esta carreira porque são muito burros para trabalhar no Mc Donald’s?

11. Eu pago seu salário!

12. E então, vai me prender ou o quê?

13. Puxa, cara! Isto é fantástico! O último policial somente me deu uma advertência também!

14. Por que você me empurrou? Ok, só um de nós dois sabe a resposta.

15. Estava tentando me livrar do trânsito. Sim, eu sei que não há nenhum outro carro ao meu redor - é o máximo de distância que pude manter deles.

16. O que você quer dizer com “você bebeu?”. Você é o especialista!

17. Bem, eu me abaixei para pegar meu papelote de crack, minha arma caiu da bainha e ficou entre o pedal do freio e o do gás, por isso perdi o controle do carro.

18. Ei, isto é uma 9 mm? Não é nada, comparada com esta magnum .44.

19. Não, VOCÊ vai assumir.

20. Estou surpreso por você ter me parado, está tendo uma oferta especial de 3 cervejas pelo preço de 1 no Makro e pensei que você estivesse lá também!

21. Se eu fizer a meia-volta, você vai me multar mesmo assim?

22. Não, seu casseta… Eu não bêbado estou quanto tanto você pensa. Eu juro.

23. Não, eu não sei a que velocidade estava. O ponteiro do velocímetro só vai até 240.

24. Ei, Barney, peguei um!

25. Esta carteira está vencida? Espere ai eu vou pegar a outra que eu tenho…

26. Eu sei que estava ziguezagueando, é que eu estava tentando pegar todos os duendes verdes que estão correndo na pista!

27. Traga uma caixa de 24 latinhas… Ah! E também um maço de cigarros!

28. Você nunca vai botar as patas em mim, seu viado!

29. Vai, multa logo, o bar fecha em 20 minutos!

30. Ei, sua irmã não é aquela rainha pornô?

31. Quanto tempo isto vai demorar? Sua mulher está esperando por mim.

32. Ah, então é isto que significam aquelas luzes amarelas piscando nesta zona escolar!

33. Por que você usa estas ridículas luvas de borracha?

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24 março 2013

Como se faz uma cirurgia de mudança de sexo?

ATENÇÃO: Contém fotos que podem ser chocantes demais para algumas pessoas.
 
Entenda como são feitas as transformações nesta versão censura +18 - acredite, você não quer ver as fotos.  

Com convicção: no Brasil, é preciso ter mais de 21 anos e encarar 24 meses de acompanhamento médico até que a cirurgia seja autorizada - sem contar a fila do SUS.
Você pode conferir a explicação animada no infográfico Como se faz uma cirurgia de mudança de sexo?

HOMEM PARA MULHER


Como se fosse Lego, desmonta-se o pênis original e usam-se as mesmas peças para construir um novo.

1. Intervenção
Com anestesia geral, o paciente recebe uma incisão que contorna todo o saco escrotal e o pênis - cuidando para não atingir o aparelho urinário, que será adaptado para que o paciente possa urinar sentado. No final, o corte vai se transformar em uma vagina com profundidade de 12 a 15 cm.

                        2. Vazio
Os testículos são retirados, para evitar a produção de hormônios masculinos. O tecido cavernoso do pênis também sai, restando apenas a glande, presa por um fiapo de tecido nervoso, antes responsável pela ereção.

          3. Cavidade

A pele do pênis cobre o canal vaginal, dando sensibilidade à região, e a glande vira uma espécie de clitóris. Assim, a nova mulher pode até chegar ao orgasmo. Prepúcio e escroto formam os lábios vaginais. Para que o buraco não feche, é preciso usar com frequência um alargadora - ou praticar muito sexo com penetração. "Vinte minutos diários é o mais aconselhável", diz Preecha Tiewtranon, tailandês considerado o papa da troca de sexo.
  Primeira cirurgia 


A segunda Cirurgia
MULHER PARA HOMEM

Bem mais raro que o processo anterior, este se baseia no aumento do clitóris por causa de hormônios masculinos.

1. Testosterona
A paciente tem de tomar diariamente 200 MG de testosterona. Os resultados são: fim da menstruação, voz mais grave, mais massa muscular, às vezes calvície, mais pelos e o desenvolvimento do clitóris - que tem a mesma origem embrionária do pênis (só que um cresce e o outro não).

2. Crescimento
Quando o clitóris alcança 6 cm, o órgão é "despregado" do púbis para que possa ter autonomia de movimento. A uretra é aumentada com tecido extraído da antiga vagina. "O paciente sai daqui urinando em pé", diz a responsável pelo ambulatório de transexuais do Hospital das Clínicas de São Paulo, Elaine Costa.

3. Psicologia
Os testículos são formados com o tecido dos grandes lábios vaginais, que passarão a envolver duas próteses esféricas de silicone. Fica bem parecido. Quanto ao neopênis, o resultado é mais psicológico: além de minúsculo, quase não serve para penetração.


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhBvlM3dYMeu2M56Yrpe2P3nu14yhLhB-krmhmYO9u7N-KcXEk0deoH2dt6PuB9WeeuMa_GvgXmL8XO8NrYKxfNiCKuJrNwK8ahfkqcerg2NfRnfLeDbTutfMkaBwuLNUllVCHoRJ75SIRi/s1600/aa2.jpg



 
























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fonte:  Beleza Sergipana
editora abril
Por: Emiliano Urbim, Renata Steffen, Willian Vieira e Alez Silva

26 fevereiro 2013

Pessoas que quase ficaram famosas

1. O quinto beatle

Pete Best foi o primeiro baterista dos Beatles. Foi convidado para entrar na banda, em 1960, um dia antes de Paul, George e John embarcarem para uma turnê na Alemanha. Eles passaram os anos seguintes tocando em bares de Hamburgo, mas seu salto para a fama só veio em 1962 – quando George Martin, dono do estúdio Abbey Road, ofereceu um contrato à banda. Com um porém: ele gostaria de usar outro baterista para a gravação. No dia 16 de agosto de 1962, Pete Best foi demitido por telefone pelo empresário dos Beatles e substituído por Ringo Starr. Um mês depois, os Beatles finalmente estouraram com a música Love Me Do. Best, que hoje tem 70 anos, passou a vida trabalhando como servidor público em Liverpool – e lançou um disco em 2008.

2. Os verdadeiros McDonald’s

Os irmãos Dick e Mac McDonald criaram o conceito de fast food e abriram sua primeira lanchonete em 1941, na Califórnia. A ideia fez um sucesso moderado até que, na década de 1950, outra pessoa teve uma ideia. Ray Kroc, que vendia máquinas de milshake para os irmãos McDonald, propôs que eles abrissem franquias pelos euA. em 1958, já eram 34 restaurantes, e mais 68 foram abertos só em 1959. Mas aí, em 1961, os irmãos resolveram vender sua parte no negócio para Kroc – que pagou o equivalente a us$ 19 milhões em valores de hoje. um belo dinheiro, com certeza. Mas um péssimo negócio. A rede se transformou numa multinacional gigantesca, com mais de 33 mil lanchonetes espalhadas por 119 países e faturamento de US$ 24 bilhões por ano. e os irmãos McDonald viram outra pessoa ficar multibilionária explorando a ideia e o nome deles. Mac morreu em 1971, e Dick, em 1998.

3. Ele não quis ser dono do Facebook

Joe Green dividia um quarto na Universidade Harvard com ninguém menos do que Mark Zuckerberg. Eles eram muito amigos e já tinham tocado um projeto juntos – a criação de um site em que os estudantes podiam dar nota para a aparência dos colegas. Para obter as fotos dos estudantes, Green e Zuckerberg tiveram de invadir computadores da universidade. Eles foram pegos e quase acabaram expulsos de Harvard. Por isso, Green ficou receoso em entrar na nova aventura do colega: uma rede social chamada The Facebook. Ele preferiu focar nos estudos para terminar a faculdade e recusou a proposta de Zuck – que ofereceu ações do site em troca de participação no projeto. A decisão custou (muito) caro. O valor de mercado do Facebook, que recentemente anunciou a abertura do seu capital, é de US$ 100 bilhões. Isso significa que, ao recusar as ações, Green deixou de ganhar cerca de US$ 400 milhões. Não ficou rico, mas fez uma coisa boa: depois de se formar, foi para São Francisco e criou o site Causes, um serviço de doações online que já arrecadou US$ 47 milhões para 50 mil instituições de caridade.

4. O suposto pai da aspirina


Arthur eichengrün, químico que trabalhava para a Bayer, criou a aspirina em 1896. em 1934, com o avanço da ideologia nazista, ele foi excluído da história devido a sua origem judaica, e a versão oficial dos fatos passou a atribuir a descoberta ao cientista ariano Felix Hoffman. Eichengrün passou a vida contando essa história – até morrer, em 1948, três anos após o fim da segunda Guerra, sem ser reconhecido. Em 1999, um historiador britânico reexaminou o caso e disse ter encontrado provas que sustentam a versão dele. Mas, até hoje, a Bayer atribui a invenção a Hoffman.

5. O Guns do Guns n’ Roses

Em 1983 o guitarrista americano Tracy Ulrich, mais conhecido como Tracii Guns, montou a banda L.A. Guns com o vocalista Axl Rose. Logo depois, Axl acabou deixando o grupo para montar outra banda, a Hollywood Rose. Dois anos mais tarde, ele e Tracii decidiram se juntar e formar um novo grupo: o Guns n’ Roses, que combinava o nome dos dois. Mas não durou muito, pois Tracii tinha o mau hábito de faltar aos ensaios. No mesmo ano da fundação do Guns, 1985, ele foi expulso. Em seu lugar, entrou um tal de Slash (Saul Hudson). A banda manteve o nome Guns n’ Roses e dois anos depois lançou seu primeiro álbum: Appetite for Destruction. Esse disco tem as clássicas Welcome to The Jungle e Sweet Child O’Mine e vendeu 28 milhões de cópias, deixando Axl e seus colegas milionários – exceto Tracii, que voltou para a L.A. Guns, onde está até hoje.

6. Inventou o Google, mas não levou

Em 1997, Hubert Chang conheceu Larry Page e Sergey Brin, os criadores do Google. Os três estudavam na Universidade Stanford foram apresentados por um professor e começaram a tocar um projeto juntos – o PageRank, sistema de classificação de sites que é a base tecnológica do Google. Alguns meses depois, Page e Brin perguntaram a Chang se ele queria que seu nome fosse incluído no projeto, que seria apresentado em uma conferência. E Chang disse não. Foi uma decisão incrivelmente burra, mas que na época não parecia: ele precisava terminar seu doutorado e não teria tempo para se comprometer com o projeto, no qual não acreditava muito. Chang continuou na universidade, onde concluiu seus estudos em 2003. Quando o Google já havia se transformado em superpotência, em 2007, ele finalmente veio a público reinvindicar a coautoria. Não deu em nada. Page e Brin negaram solenemente que Chang tenha participado. “Além da minha palavra, só tenho como prova os emails que troquei com o professor que me apresentou a Page e Brin. Infelizmente, o professor faleceu. O meu reconhecimento nunca virá”, admite Chang. Ele se mudou para Hong Kong, onde trabalha para empresas de tecnologia.

7. A um passo de Hollywood

Em 1966, Burt Ward era um ator de sucesso: ele fazia o papel de Robin na série Batman, bastante popular na TV americana. Em 1967, foi convidado para representar o personagem Benjamin Braddock no filme A Primeira Noite de um Homem. Ward preferiu ficar apenas como Robin. Foi uma aposta errada: a série parou de ser produzida em 1968. E aquele papel no cinema, que Ward tinha recusado, foi para um rapaz chamado Dustin Hoffman – que deu um show, foi indicado ao Oscar de melhor ator e se tornou um dos maiores astros de Hollywood. Ward fez mais de 30 filmes, mas só produções de baixo orçamento.

8. Pediu para sair da Apple

Ao lado de Steve Jobs e Steve Wozniak, Ronald Wayne fundou a Apple em 1976. Ele desenhou o primeiro logo da empresa e escreveu o manual de seu primeiro computador. Mas, duas semanas depois, se arrependeu – e vendeu sua parte por US$ 800 (equivalente a US$ 3 000 em valores de hoje). Wayne tinha ido à falência com outra empresa, 5 anos antes, e ficou com medo de que isso acontecesse de novo. Jobs e Wozniak chegaram a ir atrás do sócio e insistiram para que ele voltasse, mas não adiantou. A Apple se transformou na maior empresa do mundo, com US$ 428 bilhões de valor de mercado. Wayne? Fez carreira na Atari e em outras companhias de tecnologia e chegou a patentear várias ideias de gadget, mas nunca teve dinheiro para transformá-las em produtos de verdade. Hoje, dedica-se a comprar e vender selos e moedas raras.

9. Quase um popstar

Em 1982, Claudio Tognolli estudava jornalismo na mesma classe em que Paulo Ricardo – que tinha uma banda chamada Pif-Paf. Paulo Ricardo foi trabalhar em Londres. Ao voltar, chamou o amigo para tocar no grupo. Tognolli, que tinha perdido o pai e precisava sustentar a casa, disse ter recusado o convite. Seis meses depois, em 1985, a banda mudou de nome para RPM e estourou (seus dois primeiros discos venderam 2,5 milhões de cópias). Tognolli continuou no jornalismo e se tornou um repórter investigativo de renome. Procurado pela SUPER, Paulo Ricardo não quis comentar o assunto.

10. O criador do som portátil

Lançado em 1979, o Walkman fez um sucesso inimaginável – a Sony vendeu 186 milhões de unidades do aparelho, que virou ícone cultural. Mas sua verdadeira história começa antes. Em 1972, o teuto-brasileiro Andreas Pavel criou o Stereobelt: um toca-fitas portátil com saída para fones de ouvido. Ele diz ter apresentado o produto a empresas como Yamaha e Philips, que recusaram. Pavel decidiu patentear sua invenção na Itália em 1977 e nos EUA, na Alemanha, na Inglaterra e no Japão em 1978. “Eu achava que em um ano já estaria produzindo o aparelho”, declarou ao jornal The New York Times. Não deu tempo. Em 1979, a Sony lançou o Walkman. Pavel processou a empresa, numa luta que se arrastou até 1996 – quando a patente foi anulada e ele teve de pagar os custos do processo, US$ 3 milhões. “Perdi muito tempo e dinheiro e no fim perdi o processo também, de forma injusta”, diz. Ele não desistiu e afirmou à Sony que iria entrar com novos processos em vários países. Em 2003, a empresa acabou fazendo um acordo extrajudicial com Pavel, que ganhou uma indenização. Ele não revela o valor, mas a quantia é estimada em alguns milhões de dólares. Hoje, Pavel desenvolve alto-falantes e um novo tipo de telefone.


Creditos: Carol D'Essen
fonte: editora abril

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20 janeiro 2013

Tatuagem erros cometidos quando se faz uma.



       Impulso.  Este é, talvez, o erro mais comum e frequente no mundo da tatuagem – alguém se lembra de repente “vamos fazer uma tatuagem?” e vai tudo a correr para o estúdio mais próximo onde escolhem apressadamente e sem pensar um desenho igual a tantos outros de um catálogo que já passou de moda há alguns anos. A escolha de uma tatuagem deve ser bem pensada e, por isso mesmo, demorada – terá alguma coisa a ver com o seu carácter permanente?


  1. Álcool.  Infelizmente, este cenário repete-se muitas vezes em noites de festa e de álcool, o que prejudica ainda mais um gesto já por si impulsivo. Já imaginou acordar ressacado e sem memória da noite anterior… e com uma tatuagem enorme do Mickey Mouse no braço como única lembrança? Adicionalmente, o excesso de álcool causa um maior sangramento durante o processo de tatuagem o que, para além de prejudicar o resultado final, aumenta o risco de infecção. Em resumo, o álcool é o aliado perfeito para cometer qualquer um (ou todos!) os outros erros desta lista.



  1. Tamanho. O tamanho conta, especialmente quando se sabe que uma tatuagem deve ser, acima de tudo, visualmente apelativa. A proporção é tudo, ou seja, não caia no erro de escolher uma imagem minúscula para a zona lombar ou um desenho enorme para a mão. A velha máxima “conta, peso e medida” também se aplica aqui. As peças inteiras – tatuagens que cobrem a totalidade do braço, da perna ou das costas – não são feitas numa única sessão, exigem várias; e isso significa que terá de disponibilizar mais tempo, pagar mais dinheiro e suportar mais dor.



  1. Localização. Tão ou mais importante do que o tamanho de uma tatuagem é a sua localização, ou seja, só porque o seu amigo tem um tattoo espectacular no peito e que é mesmo a cara dele, não significa que seja a sua. Antes de decidir o local do corpo que vai tatuar, é importante pensar nas formas e na frequência com que a tatuagem será avistada, não só por si, mas também pelos outros. Quer que essa imagem seja pública ou privada? No caso de ser pública, vai necessitar que ela seja facilmente tapada por causa do emprego? Não se irá cansar de olhar todos os dias para um pulso tatuado? É por estas e outras questões que se deve tomar a decisão de fazer uma tatuagem com tempo e cabeça fria.



  1. Preço.  Não faça com que a sua experiência enquanto tatuado seja marcada pela busca do tatuador mais barato da cidade e arredores, nem tente regatear preços num estúdio de tatuagem. As tatuagens, tal como qualquer outra forma de arte, têm o seu preço – informe-se disso mesmo antes de ser tatuado e escolha um tatuador baseado no seu trabalho e referências, não nos preços que pratica. Tal como diz a Kat Von D do reality show L.A. Ink: “As boas tatuagens não são baratas e as tatuagens baratas não são boas”.



  1. Nome do companheiro(a). Embora possa parecer o gesto mais romântico de sempre, tatuar o nome do companheiro(a) – quer a relação dure há 10 anos ou há 10 meses – nunca é uma boa ideia. As tatuagens são permanentes e as relações nem sempre são.



Cuidado pós-tatuagem.  O período de cicatrização de uma tatuagem é extremamente importante mas, mesmo assim, o seu não cumprimento é um dos erros mais comuns de quem se tatua – ou porque não registou as indicações do tatuador no final da sessão ou porque estava demasiado entusiasmado para mostrar ao mundo a sua nova tatuagem. O resultado pode muito bem ser uma infecção, uma cicatriz, um desenho disforme e/ou com cores desmaiadas. Já que chegou até este ponto, faça o pouco que resta como deve ser… terá o resto da vida para admirar e exibir a tatuagem.    

fonte: tatuagem.com
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