11 outubro 2011

29 Dicas Para Viver Melhor

 1.     Nunca ria dos sonhos de outra pessoa.
Nem que ela diga: "Sonhei com o corinthinas campeao da libertadores".
2.      Fique noivo pelo menos seis meses antes de se casar.
Mas tire a virgindade dela pelo menos uns dois anos antes.
3.      Em desentendimentos com seu chefe, brigue de forma justa. Não use palavrões.
Ou seja: não vale porra, caralho nem filho da puta. apesnas seja ironico e risada na cara dele!!
4.      Não julgue pessoas pelos seus parentes.
Aquela história de que sua namorada vai ficar igualzinha à mãe é mentira… As vezes fica bem pior…
5.      Ligue para sua mãe diga que a ama.
Enquanto ela ainda estiver viva, se possível.
6.      Diga "saúde" quando alguém espirrar
Mas quando alguém peidar, diga "Puta que pariu sua criatura porca!".
7.      Ajude um vizinho idoso
Amanhã mesmo ajude a velhinha do 301 a atravessar a rua. Mesmo que ela não queira.
8.      Afague uma criança
Não seja malvado. Não é afogue, é afague!!! Mesmo que essa criança seja o pivete filho da puta que fica batendo bola 8 horas da manha de um domingo na sua parede.
9.      Sorria ao atender o telefone. A pessoa que estiver chamando ouvirá isso em sua voz.
É fácil. Basta esquecer que sorrir significa rir sem fazer barulho.
10.  Case com um homem/mulher com quem você adore conversar. Ao envelhecerem, suas aptidões de conversação serão tão importantes quanto qualquer outra.
É… Cara-pálida… vai ser preciso conversar muito pra rolar alguma coisa…
11.  Leia mais livros e assista menos TV.
Troque o seu "Jô Soares" de todas as noites pelas obras completas de Bruna Surfistinha, Lair Ribeiro e Paulo Coelho.
12.  Confie em Deus, mas tranque seu carro.
É que com tanto adesivo "Propriedade exclusiva de Jesus", pode ser que Ele venha buscar…
13.  Converse com Deus
Mas não se desespere caso ele não responda.
14.  Em desentendimentos com entes queridos, enfoque a situação atual. Não fale do passado.
Não vale, por exemplo, passar na cara coisas do tipo: "eu lavei as fraldas que você cagou!" ou "eu passei hipoglos na sua bunda!"
15.  Seja gentil com o planeta.
Ao acordar, vá até a janela e diga bem alto: "Bom dia, Terra!". Mas cuidado pro vizinho não escutar, que é capaz dele gritar de lá: "Bom dia, viadinho!".
16.  Nunca interrompa enquanto estiver sendo elogiado.
Nem para confessar "Obrigado, mas não fui eu"…
17.  Não confie em um homem/mulher que não fecha seus olhos quando beija
Nem em você mesmo, já que abriu o olho pra ver se os dele/dela estavam abertos.
18.  Uma vez por ano, vá a algum lugar onde você nunca esteve antes.
Nem que seja à sala de seu patrão, reclamar que com o salário que você ganha não dá pra viajar nem pra praia grande.
19.  Lembre-se que não conseguir algo que você deseja as vezes é um golpe de sorte.
Aquela loira muito gostaza da universidade tem herpes genital.
20.  Julgue seu sucesso pelas coisas que você teve que renunciar para consegui-lo.
É como naquela conversa que você teve com a sua mãe:
- Como é? Deu pra passar, minha filha?
- Dei.
21.  Cante uma canção
Mas se for bossa nova, por favor vá cantar na puta que te pariu!
22.  Mude de penteado
Se for careca, compre uma peruca. Aliás, várias.
23.  Desligue o televisor e converse
Mesmo que você more sozinho. E não ligue se sentir meio idiota.
24.  Faça alguma coisa que sempre desejou
Mande a polícia à casa daquele seu vizinho que gosta de escutar restart bem alto.
25.  Toque a ponta de seus pés
Mas antes trate de perder essa barriga de ceverja, senão não vai dar…
26.  Olhe com atenção uma flor
Mas antes olhe em volta pra ver se não tem ninguém observando. Evite o vexame seu viadinho!
27.  Veja fotos antigas
E confirme que o tempo é uma máquina de fazer monstros…
28.  Torça pelo seu time
Exceto se você for Conrinthiano

29.  Escreva uma lista com 29 dicas para viver melhor
  Mas só coloque 28 dicas para pessoas que gostam de ler listas babacas como essa, perderem tempo conferindo e reclamando nos comentários

10 outubro 2011

20 ANOS CEGO

Há muito tempo atrás, um casal de idosos que não tinham filhos, morava em uma casinha humilde de madeira, tinham uma vida muito tranqüila, alegre, e ambos se amavam muito.

Eram felizes. Até que um dia...
Aconteceu um acidente com a senhora.
Ela estava trabalhando em sua casa
quando começa a pegar fogo na cozinha
e as chamas atingem todo o seu corpo.

O esposo acorda assustado com os gritos e vai a sua

procura, quando a vê coberta pelas chamas e

imediatamente tenta ajudá-la.

O fogo também atinge seus braços e,
mesmo em chamas,
consegue apagar o fogo.

Quando chegaram os bombeiros
já não havia muito da casa,
apenas uma parte, toda destruída.

Levaram rapidamente o casal para o hospital mais próximo,
onde foram internados em estado grave.
Após algum tempo
aquele senhor menos atingido pelo fogo
saiu da UTI e foi ao encontro de sua amada.

Ainda em seu leito a senhora toda queimada,
pensava em não viver mais,
pois estava toda deformada,
queimara todo o seu rosto.

Chegando ao quarto de sua senhora, ela foi falando:

-Tudo bem com você meu amor?

-Sim, respondeu ele,
pena que o fogo atingiu os meus olhos
e não posso mais enxergar,
mas fique tranqüila amor
que sua beleza está  gravada em meu coração para sempre.

Então triste pelo esposo, a senhora pensou consigo mesma:

"Como Deus é bom,
vendo tudo o que aconteceu a meu marido,
tirou-lhe a  visão para que não presencie esta deformação em mim.
As chamas queimaram todo o meu rosto
e estou parecendo um monstro.
E Deus é tão maravilhoso que não deixou ele me ver assim,
como um monstro
Obrigado Senhor!"

Passado algum tempo e recuperados milagrosamente,
voltaram para uma nova casa,
onde ela fazia tudo para o seu querido e amado esposo,
e o esposo agradecido por tanto amor,
afeto e carinho,
todos os dias dizia-lhe:

-COMO EU TE AMO.
Você é linda demais.
Saiba que você é e será sempre,
a mulher da minha vida!

E assim viveram mais  20 anos até que a senhora veio a falecer.
No dia de seu enterro,
quando todos se despediam da bondosa senhora,
veio aquele marido com os olhos em lágrimas,
sem seus óculos escuros
e com sua bengala nas mãos.

Chegou perto do caixão,
beijou o rosto acariciando sua amada, disse em um tom apaixonante:

-"Como você é linda meu amor, eu te amo muito".

Ouvindo e vendo aquela cena
um amigo que esta ao seu lado
perguntou se o que tinha acontecido era milagre.
Pois parecia que o velhinho parecia enxergar sua amada.

O velhinho olhando nos olhos do amigo,
apenas falou com as lágrimas rolando quente em sua face:

-Nunca estive cego,
apenas fingia,
pois quando vi minha amada esposa toda queimada e deformada,
sabia que seria duro para ela continuar vivendo daquela maneira.
Foram vinte anos vivendo muito felizes e apaixonados!
Foram os 20 anos mais felizes de minha vida.

E emocionou a todos os que ali estavam presentes.


CONCLUSÃO

Na vida temos de provar que amamos!
Muitas vezes de uma forma difícil ...
E, para sermos felizes,
temos de fechar os olhos para muitas coisas,
mas o importante é que se faça única e intensamente com AMOR!

09 outubro 2011

Mina Propaganda Enganosa.

Propaganda Enganosa 
ela anda bem, ela rebola bem
Se você quer chegar, vai o que
Que tem ? Você chegou, parou,
Olhou. Pensou que ia dar romance, Mas virou um filme de terror.


Ela sabe estigar, ela sabe rebolar, só que os pêlo do
Suvaco ela não sabe raspar
Ela se acha artista, de capa de revista, mas as banhas
Tão saltando mais que paraquedista
Ela se acha mais bela, pensa que é cinderela, mais
Quando dá um sorriso a gente vê que é banguela
Ela diz eu arregaço, por onde eu passo, mas com tanta
Maquiagem mais parece um palhaço
Ela se acha a tal, a intelectual, mas tá fazendo
Supletivo e repetiu numô grau
O pior é que essa sonsa, diz que é de responsa, quero
Vê quem é que aguenta o seu bafo de onça
Só que ela corre atrás, e o seu book ela faz, acho que
Ela tá querendo ser modelo da ultragás
Ela parece uma atriz, cê até fica feliz, até a hora
Que ela faz bolinha com a catota do nariz
Diz, pra todo mundo que foi convidada pra posar numa
Revista mas não foi porque era pelada,
é nada, só desculpinha e tal, foi a vaga mais votada
Pra capa da globo rural

Ela pensa que é ferrari, mais tá mais pra van, o
Silicone dela é por papel higiênico no sutiã
Tenho medo que alguma desgraça aconteça, já quebrou
Várias chapinhas com aquele bombriu na cabeça
O problema é que ela é feia e mesmo assim metida, o
Problema é que é peluda, sebosa e fedida
Pensa que é gata, mas é uma jaguatiriga, pensa que é
Britney spears mas parece o tiririca
E os cara se apaixona quando olham pra bunda, é tipo
Amor a primeira vista e vira ódio na segunda
Já foi no raul gil, no pop star vai vendo a fita
Reprovada em todos teste, desde que quis ser paquita
Essa menina é propagandoa enganosa, cê pensa até que
Ajeitosa, mas quando vê cê diz
Nossa, não acredito, desculpa não é com você não, não
Sou são jorge e nem tenho espada pra domar dragão

Se empolgou que eu disse vai, mas agora a casa caí,
Pra escapar tem que atacar cum karatê ou cum muaithay
AÍ, num deu certo carai, e grita logo saí, chama sua
Mãe seu pai, vai vai
Não chama a policia, porque ce tá com o canhão do lado,
Vai ser algemado, vão dizer que tá armado
Cuidado, porque esses tipo tem por todo lado, ela se
Acha se acha, mas eu num vou ser enganado


50 coisas que os homens não sabem sobre as mulheres!

O que elas pensam sobre homens, sexo, vaidade, mas só comentam com as amigas….
1. Mulheres acham homens magros que fazem dieta meio gay;
2.Mulheres odeiam ganhar lingerie de presente. Elas entendem como uma crítica às calcinhas de algodão;
3.Esconda suas revistas pornográficas. Para elas, é coisa de adolescente imaturo;
4.Se você tem um apelido carinhoso para seu pênis, por favor, nunca o revele;
5.Mulheres gostam de homem de boné, desde que esse homem tenha 14 anos;
6.Elas odeiam exibições em economês, jurisdiquês, mediquês ou quaisquer jargões profissionais. É pernóstico.
7.É fato: mulheres odeiam rachar a conta num restaurante;
8.Mulheres bebadazinhas topam tudo;
9.Não deixe uma mulher sozinha em sua casa. Há 100% de probabilidade de ela mexer em todas as gavetas;
10.Toda mulher já pensou como seria transar com seu melhor amigo;
11.Mulheres perguntam seu sobrenome logo de cara para ver se combina com o delas e, por conseqüência, se ficaria bem num eventual filho de vocês;
12.Nunca, nunca, nunca tente explicar uma traição com o argumento “Foi uma coisa sem importância”. Elas acham ainda pior terem sido traídas por algo “sem importância”;
13.Nunca esteja mais perfumado que a mulher a seu lado;
14.Mulheres gostam de ser elogiadas. Vale qualquer coisa: da cor do esmalte ao roteiro que ela escolheu para as férias;
15.Nunca use jóias. De nenhuma espécie. Colar, nem pensar. Anel, só aliança;
16.A não ser que ela seja uma atleta ou tenha menos de 18 anos, nunca proponha um acampamento no fim de semana. Acredite: elas preferem um motel de quinta categoria a isso;
17.Mulheres adoram detalhar uma transa para as amigas. Então, se você tem um nome a zelar, preste atenção a seu desempenho;
18.Para elas, orelha não é uma zona erógena;
19.Elas classificam os homens em “para casar”, “para ser amigo” e “para sair”. Tal como eles fazem.
20.Cueca, só branca ou preta. Fuja das tanguinhas e daquele modelo igual a short de loira do Tchan. E sem nenhuma estampa.
21.Não é por maldade que elas se depilam com seu barbeador. É que ele simplesmente está ali no boxe;
22.Se você não tiver alguma lembrança bonitinha, agradável sobre sua infância, invente. Elas não resistem.
23.Mulheres gostam de ser surpreendidas por beijos. Sem que isso signifique ir para a cama depois de dois minutos.
24.Pare de ir à manicure imediatamente. Homem que faz a unha é considerado cafonérrimo.
25.Você pode até achar ultrapassado. Mas flores são capazes de derreter um coração feminino.
26.Elas vão adorar seu carro se ele tiver um espelho no pára-sol do banco do carona.
27.Crianças mentem sobre o dever de casa, homens sobre o desempenho sexual e mulheres sobre a quantidade de pares de sapatos em seu guarda-roupa.
28.Mulheres fingem orgasmo. Quase sempre;
29.É inadmissível ser um desastre na cozinha. Nem que sua especialidade seja espaguete ao alho e óleo;
30.A maioria odeia marombados. Excesso de músculos cheira a falta de masculinidade;
31.Mulheres não vêem problemas nos carecas, o que não quer dizer que é dos carecas que elas gostam mais;
32.Para elas, a careca de um homem pode ser explicada pela genética ou pelo destino. Barriga mole de chope não tem desculpa;
33.Se for usar brinco, por favor, algo minúsculo, só notado por quem chegar bem perto. Mulher odeia estilo pirata.
34.Se quiser ter tatuagem, faça uma só. Mais do que isso, você pode ser confundido com um presidiário.
35.Mulheres gostariam que seus amigos gays fossem héteros.
36.Até a Sharon Stone tem celulite.
37.Luzes e tinta no cabelo são permitidas apenas para exemplares do sexo feminino.
38.Nunca peça para que elas escolham para onde vão no primeiro encontro. Elas gostam de ser levadas.
39.Elas vão ao banheiro em dupla para falar bem dos homens e mal das mulheres.
40.Por mais que a mulher o ame, ela detesta ver você e seus amigos jogando pelada.
41.Mulheres gostam de telefone. É uma boa forma de tagarelar alegremente sem necessidade de se arrumar para sair.
42.Mulheres odeiam homens que dirigem devagar, não bebem e não têm time.
43.Mulheres odeiam ser chefiadas por mulheres.
44.Mulheres costumam se derreter quando percebem que um homem precisa de um colinho.
45.Mulheres adoram ser acariciadas entre os cabelos, sentindo seus dedos tocarem o couro cabeludo.
46.Mulheres esperam ser consoladas quando choram.
47.Mulheres acham que, se tomam a iniciativa, eles não têm o direito de dizer não.
48.Elas amam “discutir a relação” porque é a partir disso que descobrem os defeitos e as fraquezas dos homens que estão a seu lado.
49.Elas odeiam restaurantes-rodízio, por quilo, self-service ou do tipo: “coma quanto agüentar”.
50.Se elas perguntam “Estou gorda?”, a resposta única, óbvia e esperada é: “Claro que não!” Nem pense em dizer outra coisa.

05 outubro 2011

Morre Steve Jobs, fundador da Apple

A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg.
Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.
"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."

Home da Apple (Foto: Reprodução)Na página da Apple, foto em homenagem ao
fundador (Foto: Reprodução)
Homem-zeitgeist
A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.

Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo "AUTOEXEC.BAT" para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.
Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido", afirmou, em entrevista à revista "Fortune" em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que "não faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. Não gastamos um dólar com isso."

Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um "hobby", um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.
Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses - plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.
Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.

Steve Jobs anunciou que deixará cargo de presidente da Apple (Foto: Reuters)Steve Jobs durante apresentação de produto
da Apple nos EUA (Foto: Reuters)
Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado "campo de distorção da realidade" criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um "jardim fechado", incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.
Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de "tirano". Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs", afirma que, ao lado do "Steve bom", o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.
Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos -- às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.
Jobs também sempre precisou de um "nêmesis", um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.

Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters)Steve Jobs (à direita), ao lado do antigo sócio
Steve Wozniak (Foto: Kimberly White/Reuters)
Do LSD ao Mac
O sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.

"Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida", disse, em entrevista ao "New York Times". Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria "uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez". O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.
Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.
Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do "desktop" utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.

Steve Jobs (Foto: Robert Galbraith/Reuters)Steve Jobs, em uma das últimas aparições à frente
da Apple (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
Com o "Mac", enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visão de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sócio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções técnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação "de garagem" que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos após a fundação da empresa, Jobs e "Woz" apresentavam um computador que não era feito para "o restante de nós".
"Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. Não vai funcionar. As palavras mágicas especiais que você precisa aprender são coisas como 'barra Q-Z'. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, você precisa ler um livro - e um que parece um mistério complexo para a maioria das pessoas", afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.
Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no início do século e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar também o setor de computadores pessoais. Para ele, as máquinas da IBM eram feitas "por engenheiros e para engenheiros", e havia a necessidade de criar algo para o "restante", ou, como diria a famosa campanha "Pense diferente" da Apple de 1997, um computador para "os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados".
Saída da própria empresaMas o sucesso do Mac - que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos até mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) - não evitou que Jobs acabasse demitido de sua própria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi à convite do próprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.
Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu "toque de midas". No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.
O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 2006, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.

Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters)Steve Jobs com seu sucessor no comando da
Apple, Tim Cook (Foto: Kimberly White/Reuters)
O retorno de Jobs marca o início de uma era de crescimento para a Apple incomum na história do capitalismo americano. A sequência de sucessos - alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes - inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo próprio Jobs. À revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tão aclamada criatividade - "sempre aliada ao trabalho duro", como ele mesmo enfatizou. "Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido."
Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário ímpar, que impunha uma visão holística na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratégia de vendas.
Sigilo na vida pessoal
A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional - os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita - foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.

Em 2004, Jobs fez tratamento após descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, até que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saúde. No início de 2011, novo afastamento, até que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. "Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu não fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou", afirmou, em comunicado.

Steve Jobs apresenta o iPhone 4, em junho de 2010 (Foto: Robert Galbraith/Reuters)Steve Jobs apresenta o iPhone 4, em junho de
2010 (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs não tivesse contato direto com sua família biológica. Nascido em 24 de fevereiro de 1995 em San Francisco, filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.
Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.
Do pai adotivo, herdou a paixão de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve não chegou a ser um especialista em eletrônicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do Silício, conheceu Steve Wozniak, gênio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari até decidir criar, com Woz, sua própria empresa.
Em mais uma conexão com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do ícone da música Bob Dylan, talvez o maior ídolo do empresário.
Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.
Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPad, o iPhone e o iPad.
Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"), impacto que foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.

A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg.
Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.
"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."

Home da Apple (Foto: Reprodução)Na página da Apple, foto em homenagem ao
fundador (Foto: Reprodução)
Homem-zeitgeist
A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.

Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo "AUTOEXEC.BAT" para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.

Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido", afirmou, em entrevista à revista "Fortune" em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que "não faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. Não gastamos um dólar com isso."

Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um "hobby", um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.
Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses - plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.
Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.

Steve Jobs anunciou que deixará cargo de presidente da Apple (Foto: Reuters)Steve Jobs durante apresentação de produto
da Apple nos EUA (Foto: Reuters)
Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado "campo de distorção da realidade" criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um "jardim fechado", incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.
Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de "tirano". Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs", afirma que, ao lado do "Steve bom", o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.
Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos -- às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.
Jobs também sempre precisou de um "nêmesis", um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.

Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters)Steve Jobs (à direita), ao lado do antigo sócio
Steve Wozniak (Foto: Kimberly White/Reuters)
Do LSD ao Mac
O sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.

"Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida", disse, em entrevista ao "New York Times". Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria "uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez". O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.
Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.
Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do "desktop" utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.

Steve Jobs (Foto: Robert Galbraith/Reuters)Steve Jobs, em uma das últimas aparições à frente
da Apple (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
Com o "Mac", enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visão de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sócio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções técnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação "de garagem" que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos após a fundação da empresa, Jobs e "Woz" apresentavam um computador que não era feito para "o restante de nós".
"Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. Não vai funcionar. As palavras mágicas especiais que você precisa aprender são coisas como 'barra Q-Z'. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, você precisa ler um livro - e um que parece um mistério complexo para a maioria das pessoas", afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.
Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no início do século e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar também o setor de computadores pessoais. Para ele, as máquinas da IBM eram feitas "por engenheiros e para engenheiros", e havia a necessidade de criar algo para o "restante", ou, como diria a famosa campanha "Pense diferente" da Apple de 1997, um computador para "os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados".
Saída da própria empresaMas o sucesso do Mac - que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos até mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) - não evitou que Jobs acabasse demitido de sua própria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi à convite do próprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.
Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu "toque de midas". No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.
O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 2006, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.

Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters)Steve Jobs com seu sucessor no comando da
Apple, Tim Cook (Foto: Kimberly White/Reuters)
O retorno de Jobs marca o início de uma era de crescimento para a Apple incomum na história do capitalismo americano. A sequência de sucessos - alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes - inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo próprio Jobs. À revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tão aclamada criatividade - "sempre aliada ao trabalho duro", como ele mesmo enfatizou. "Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido."
Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário ímpar, que impunha uma visão holística na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratégia de vendas.
Sigilo na vida pessoal
A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional - os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita - foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.

Em 2004, Jobs fez tratamento após descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, até que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saúde. No início de 2011, novo afastamento, até que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. "Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu não fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou", afirmou, em comunicado.

Steve Jobs apresenta o iPhone 4, em junho de 2010 (Foto: Robert Galbraith/Reuters)Steve Jobs apresenta o iPhone 4, em junho de
2010 (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs não tivesse contato direto com sua família biológica. Nascido em 24 de fevereiro de 1995 em San Francisco, filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.
Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.
Do pai adotivo, herdou a paixão de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve não chegou a ser um especialista em eletrônicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do Silício, conheceu Steve Wozniak, gênio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari até decidir criar, com Woz, sua própria empresa.
Em mais uma conexão com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do ícone da música Bob Dylan, talvez o maior ídolo do empresário.
Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.

04 outubro 2011

RECADO DO TIRIRICA

e pensar que eu ria da cara dele!! 
O grande parlamentar brasileiro TIRIRICA foi diplomado em 17.12.2010..
Salário: R$ 26.700,00
 
Ajuda Custo: R$ 35.053,00
 
Auxilio Moradia: R$ 3.000,00
 
Auxilio Gabinete: R$ 60.000,00 
Despesa Médica pessoal e familiar: 

ILIMITADA E
INTERNACIONAL  (livre escolha de medicos e clinicas).
 
Telefone Celular: R$ ILIMITADO.
Ainda como bônus anual: R$ (+ 2 salários = 53.400,00) 
Passagens e estadia: primeira classe ou executiva sempre
Reuniões no exterior: dois congressos ou equivalente todo ano.
 
Mensalão: A COMBINAR!!!
Custo médio mensal: R$ 250.000,00
 
Aposentadoria: total depois de 8 (oito) anos e com 

 pagamento integral.





Fonte de custeio: NOSSO BOLSO!!!
 
Dá para chamá-lo de palhaço?
Pense bem, quem é o palhaço!!
Nem é preciso dizer... 

 Enquanto isso no rio de janeiro

 BOPE: R$ 2.260,00 Para arriscar a vida;

Bombeiros: R$ 960,00 Para salvar vidas;

Professores: R$ 728,00 para preparar para a vida;

Médicos: R$ 1.260,00 para manter a vida;

E um deputado federal? Ganha R$ 26.700,00 para ferrar a vida do Brasileiro!

03 outubro 2011

Os 10 piores shows do Rock in Rio

10. Janelle Monáe

Foi um show tecnicamente ruim? Não. Mas então por que Janelle Monáe está na lista dos piores shows do Rock in Rio. Simples: após as apresentações em janeiro, quando abriu para Amy Winehouse, criou-se uma expectativa enorme pela performance dela na Cidade do Rock. Porém, o que se viu foi uma exata repetição do que aconteceu menos de nove meses atrás. Poderia ter tido o cuidado de mudar alguma coisa, né?

9. Lenny Kravitz

Único expoente genuinamente do rock and roll na noite em que se apresentou, Lenny Kravitz deixou no público a sensação que o pop de Shakira e o axé de Ivete Sangalo são mais legais. Pois ele fez um show sonolento, onde apostou em músicas com solos intermináveis de teclado e dos metais. Foi quase de dormir...


8. Paralamas do Sucesso + Titãs

São duas das bandas mais importantes da história da música brasileira. Isso ninguém discute. Mas o combinado Paralamas e Titãs foi bem chatinho, com direito a Milton Nascimento "assassinando" "Love Of My Life", do Queen, em uma suposta homenagem aos 26 anos do festival. Péssima escolha para a abertura do Rock in Rio.

7. Legião Urbana

Outra "homenagem" para esquecer. A Legião Urbana também tem seu papel na história da música, mas não precisava ocupar o palco Mundo. Ainda mais em um dia em que Joss Stone foi jogada para o Sunset. Enfim, apresentação com convidados, como Dinho Ouro Preto e Rogério Flausino, além dos acordes da Orquestra Sinfônica Brasileira. E o pior: ainda repetiram uma música, "Será". Em um setlist de oito músicas.

6. Maná

Bacana a integração entre os países e os estilos no Rock in Rio. Nada contra o México. Mas colocar o Maná no palco Mundo foi de um exagero sem tamanho. Tudo bem que os Medinas querem levar o festival para lá, mas submeter o público brasileiro a um show sonolento e sem graça foi um castigo grande.

5. Claudia Leitte

De verdade, nada tenho contra ter outros estilos musicais em um festival chamado Rock in Rio. Pois desde 1985 é assim. O erro é o evento ter rock no nome. Mas isso é outra história. Claudia Leitte, uma das rainhas do axé, estar no palco Mundo não me espanta. O que é estranho é alguém que vende milhões de discos e tem milhares de fãs tentar se transformar em 1h de show em algo que não é. Nada mais anti rock and roll.

4. Snow Patrol

Olha, não foi o pior show do Rock in Rio. Mas foi o que deu mais sono, com toda a certeza. É o típico caso de banda que no estúdio consegue fazer um trabalho bacana, mas que ao vivo decepciona. Não à toa ganhou o apelido de Slow Patrol, em alusão a falta de velocidade no som do grupo. Fraquinho, fraquinho...

3. Rihanna

Showzinho bem do previsível esse da ex-namorada do Chris Brown. Muita pirotecnia no palco e uma cantora que parecia estar um pouco, digamos, "altinha". Não mostrou muita simpatia com seus fãs, talvez até por um esgotamento físico, já que vinha de duas semanas de apresentações pelo Brasil. Muito abaixo do esperado.

2. Gloria

O único atenuante que podemos falar sobre o Glória é que tocar no dia do metal é muito complicado. Pois esses fãs são xiitas, fanáticos aos extremo e dificilmente conseguem aceitar novidades. O passado emo da banda paulista prejudicou ainda mais a relação com o público. Mesmo assim, eles fizeram uma apresentação muito ruim, especialmente quanto tocaram seu próprio repertório. 

1. Ke$ha

A prova cabal que os Estados Unidos produz muita porcaria no cenário musical. Ke$ha, no estúdio, até que dá pra engolir, com seus hits pegajosos de academia. Mas ao vivo é um desastre. Tentou uma pose de rockstar, quebrando guitarras, bebendo sangue de mentirinha, mas não passou de uma fanfarrona desafinada. Sem contar o uso do playback, prática que deveria ser abolida por enganar o consumidor. Esta não merecia nem o Palco Sunset...

fonte:
http://especiais.br.msn.com/rock-no-rio/artigo.aspx?cp-documentid=30842895&page=11

02 outubro 2011

10 curiosidades sobre o sexo que você precisa saber

1. Sexo não tem idade.
Mais de 25% de pessoas na terceira idade fazem sexo regularmente – ao contrário do que eles mesmos esperavam quando eram mais novos. Na Nova Zelândia, mais de metade das pessoas com idades entre 75 e 85 anos disse fazer sexo mais de uma vez por mês.
2. Homens fazem sexo por mais tempo.
Não é uma questão de duração de cada transa, mas sim de idade. Homens fazem sexo durante mais anos do que as mulheres (e um grande crédito é o da pílula azul). Quando têm 55 anos, homens possuem mais 15 anos de estimativa de vida sexual, enquanto mulheres possuem apenas 10.
3. Culpa por infidelidade não depende de gênero.
Homens se sentem tão culpados por dormirem com a vizinha quanto mulheres de apelarem para um Ricardão. A diferença é que as mulheres se sentem mais culpadas não pela transa, mas pelo envolvimento emocional, enquanto os caras se sentem mal pelo ato sexual.
4. Por que as mulheres esperam?
Mulheres que não fazem sexo logo no primeiro encontro estão esperando para ver se encontram um parceiro melhor, geneticamente falando, de acordo com pesquisas. Quando homens esperam é para provar que “agüentam um desafio”.
5. O prazer pode ser perigoso.
Homens com a vida sexual bem ativa na faixa etária de 25 a 35 anos possuem risco maior de desenvolver câncer de próstata – especialmente aqueles que se masturbam frequentemente. Mas o risco diminui de acordo com a idade do sujeito e, quando ele atinge 50 anos, a atividade sexual é recomendada para prevenir esse tipo de câncer.
6. Sexo e felicidade andam juntos.
Mas isso não é novidade para ninguém. Uma pesquisa comprovou que pessoas sexualmente satisfeitas são mais felizes, independentemente de sua idade. Só que ainda não se sabe se a felicidade torna o sexo melhor ou se o sexo torna uma pessoa mais feliz.
7. Extensores de pênis podem até funcionar.
Você já cansou de receber aqueles e-mails de “aumente seu pênis, pergunte-me como”, mas, de acordo com a Universidade de Turim, alguns tipos de extensores de pênis podem realmente funcionar. Um extensor que “puxava” o membro gradualmente conseguiu aumentar o membro de algum voluntário da pesquisa cerca de dois centímetros (quando não estava ereto).
8. O ponto G pode não existir.
O famoso ponto G, o ponto erógeno máximo que seria localizado em algum lugar misterioso da vagina, pode não existir. Um estudo afirma que ele seria apenas fruto da imaginação.
9. Excitação tem cheiro.
O cheiro do suor de um homem é diferente do normal quando ele está excitado – e, segundo pesquisas, as mulheres conseguem perceber a diferença.
10. Sexo pode significar espiritualidade e não pecado.
Mas todo cuidado é necessário. A espiritualidade tem grande efeito na vida sexual das pessoas, especialmente de mulheres – efeito maior do que o álcool ou do que a impulsividade. Um estudo mostrou que pessoas mais espiritualizadas fazem sexo mais vezes e com mais parceiros. Mostrou também que boa parte dessas relações são feitas sem preservativos.